Eduardo Escorel dirigiu Antonio Candido, anotações finais, 1968 – Um ano na vida, SARS-COV-2: O tempo da pandemia, Imagens do Estado Novo 1937-45, Paulo Moura – Alma brasileira e O tempo e o lugar, entre outros filmes realizados a partir de 1966; editou Minha Terra Estrangeira com Laís Lifschitz e João Moreira Salles, No intenso agora com Laís Lifschitz e Santiago com Lívia Serpa, Posfácio – Imagens do inconsciente e Deixa que eu falo, entre outros; lecionou, a partir de 2006, no curso de pós-graduação latu senso em cinema documentário na FGV; escreve, desde 2009, Questões cinematográficas, coluna no site da revista Piauí.